Um carro a menos nas ruas

Experimente fugir do trânsito de São Paulo com uma sensação de liberdade que só a bike pode te proporcionar

Por Carolina Mendes

Pode parecer irreal, excêntrico ou coisa de atleta, mas está se tornando cada vez mais comum utilizar a “magrela” – forma como a bicicleta é conhecida entre os ciclistas –  como uma efetiva alternativa de transporte para se locomover de casa para o trabalho ou até mesmo para se divertir nos finais de semana.

Espalhados por todas as regiões da cidade, há diversos grupos de ciclistas com propostas que partem do desejo de fortalecer e divulgar o hábito de pedalar, além de proporcionar mais segurança para quem está se iniciando na aventura de transitar de bicicleta no caótico trânsito paulistano.

 Grupos de Ciclistas

“Sempre haverá alguém mais experiente para ajudá-lo caso você tenha um problema mecânico ou aconteça algum acidente. Pedalar em grupo pode ajudar o ciclista iniciante a perder o receio de circular sozinho nas ruas e a descobrir como resolver pequenos problemas que podem ocorrer pelo caminho”, indica Willian Cruz, analista de sistemas e idealizador do site Vá de Bike, especializado em informações para quem faz da bicicleta seu principal meio de transporte.

Solidariedade sobre duas rodas

Absolutamente inovador, o projeto Bike Anjo é um exemplo dessa solidariedade que une ciclistas experientes e iniciantes. Organizado inicialmente na cidade de São Paulo, o grupo conta hoje com mais de 200 voluntários espalhados por 17 cidades do Brasil, prontos para auxiliar quem está começando a pedalar. “Quando marcamos um acompanhamento com iniciantes, aconselhamos realizar o trajeto do trabalho durante o fim de semana, assim, conseguimos tempo para descansar, sinalizar e adquirir confiança”, afirma João Paulo Amaral, consultor de empresas e um dos fundadores e organizadores do projeto.

Uso diário exige cuidados básicos

Verônica Mambrini, jornalista do portal IG, há três anos utiliza a bike e, progressivamente, foi perdendo o hábito de dirigir para aderir somente à praticidade da bicicleta. “De carro num dia caótico de trânsito e chuva levo até uma hora e meia para chegar ao trabalho. De bike são 25 minutos, pedalando num ritmo tranquilo, até porque já vou maquiada e com roupa de trabalho – vestidos, meia calça, salto, e assim chego sem suar, pronta para ir para minha mesa começar o dia”.

Há mais de 10 anos utilizando a bike como principal meio de transporte, Willian Cruz ensina que garantir o máximo de visibilidade é um dos principais quesitos da segurança para quem pedala. “Ver e ser visto, sinalizar suas intenções, ocupar a faixa para impor seu direito de circulação, evitar grandes avenidas e manter atenção nos veículos ao seu redor são ações que podem evitar situações de risco”, previne. O ciclista recomenda ainda o uso do capacete e de luvas, principalmente para iniciantes, já que no inicio, a possibilidade de cair é bem maior.

Os ciclistas e os táxis

João Paulo Amaral destaca ainda a importância dos táxis na rotina de quem utiliza a bicicleta nas diversas atividades do dia a dia. “Muitos ciclistas, quando não estão de bike, vão de táxi! Eu mesmo não tenho carro e, amanhã, terei que transportar muita bagagem. Pegarei um táxi para isso”.

Opinião semelhante é partilhada pela jornalista Verônica Mambrini, que aposta na crescente aceitação dos taxistas em relação às bikes.  “Sempre que um taxista permite que eu leve a bicicleta no porta-malas, viro fã e cliente fiel.

Desmontando as rodas, ela cabe no porta-malas e, em situações de emergência, facilita muito poder contar com táxis para voltar para casa”, finaliza Verônica.

Alguns sites relacionados

WDE – http://wde.com.br/bike/passeios.htmm
Bike anjo – http://bikeanjo.wordpress.com
Vá de Bike – www.vadebike.org
Starbikers – www.starbikers.pre.nom.br
Night Biker’s Club – www.nightbikers.com

A Gripe suína e o Ovo

Hoje tive uma vaga lembrança dos meus tempos de criança no posto de saúde, não que eu fosse aquelas crianças chatas, birrentas que choram e gritam porque acham que aquela picadinha vai fazer o braço dela cair, ou que melhor o mundo inteiro parece que vai desabar por causa de uma coisa tão rápida e que na verdade nem dói tanto assim. Mas uma menina que estava na minha frente para vacinação começou com esse lenga lenga todo e eu achei até engraçado porque fazia realmente tanto tempo que eu não tomava uma vacina que cheguei a estremecer junto com ela quando chegou a nossa vez.. hehehe que coisa feia Carolina, depois de 23 anos nas costas ter medo de uma agulha diria minha mãe!

A menina devia ter lá seus 5 anos e me cortou o coração ver aquele sentimento de dor, ela pedia pelo amor de Deus pra ir embora, implorava e chorava, e a infeliz da enfermeira ainda dizia “Ah só não chora que eu to aqui ouvindo choro de criança o dia inteiro não aguento mais” e ai eu me pergunto, como que uma pessoa dessa pode trabalhar com crianças? Só faltou mandar a menina e a mãe pro quinto dos infernos, pois bem me deu vontade foi de avisa-la que estava na profissão errada, e assim são muitas pessoas, tão infelizes consigo mesmas que acabam por descontar em uma criançinha que só tem medo de agulha e digo mais, é tão bonitinho ver aquele choro todo que eu me diverti, porque assim que a mãe forçadamente conseguiu que a enfermeira desse a vacina a menina viu que não era tão mal e parou com o escandalo. E ela que vê isso todos os dias precisava de um comentario daqueles?

Pois é e sinto como se um exercito de células no meu corpo lutassem contra esse vírus encubado que acabei de ingerir dentro de mim, eles estranham porque ainda não sabem que é para o próprio bem deles. Assim como a menininha.

Chegando em casa procurei saber um pouco mais sobre a tal imunização e sabe o que vejo: O medicamento é contra-indicado a quem tem alergia a ovo.

Ahhhhhhhhhhh isso me lembra muito um amigo que simplismente não pode ver ovo, ele sim deve ter alergia a ovo só pelo nojo que ele transmite para o coitadinho. Hahahahahaha liberte-se por favor Guilherme!!

Não percam o prazo de vacinação pessoal…

Para mais informações de datas vejam AQUI!

Carol Mendes