Enquanto isso no luau…

Saber que vou ao Luau para encontrar meu amigo Djeison Posani é bão demais sô!

“Bem-vindo ao Hotel Califórnia,
 Um lugar tão encantador,
 Um rosto tão encantador.
 Muitos quartos no Hotel Califórnia,
 Qualquer época do ano, você pode nos encontrar aqui.”

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Eagles – Hotel California

On a dark desert highway, cool wind in my hair
Warm smell of colitas, rising up through the air
Up ahead in the distance, I saw a shimmering light
My head grew heavy and my sight grew dim
I had to stop for the night
There she stood in the doorway;
I heard the mission bell
And I was thinking to myself,
‘This could be Heaven or this could be Hell’
Then she lit up a candle and she showed me the way
There were voices down the corridor,
I thought I heard them say…

Welcome to the Hotel California
Such a lovely place
Such a lovely face
Plenty of room at the Hotel California
Any time of year, you can find us here

Her mind is Tiffany-twisted,
She got the Mercedes-Benz
She got a lot of pretty, pretty boys,
That she calls friends
How they dance in the courtyard, sweet summer sweat.
Some dance to remember, some dance to forget

So I called up the Captain,
‘Please bring me my wine’
He said, ‘We haven’t had that spirit here since nineteen sixty nine’
And still those voices are calling from far away,
Wake you up in the middle of the night
Just to hear them say…

Welcome to the Hotel California
Such a lovely place
Such a lovely face
They livin’ it up at the Hotel California
What a nice surprise, bring your alibis

Mirrors on the ceiling, the pink champagne on ice
And she said ‘We are all just prisoners here,
of our own device’
And in the master’s chambers,
They gathered for the feast
The stab it with their steely knives,
But they just can’t kill the beast

Last thing I remember, I was
Running for the door
I had to find the passage back
To the place I was before
‘Relax,’ said the night man,
We are programmed to receive.
You can checkout any time you like,
but you can never leave!

 

A vida segundo Ela, bela!

 

 

Por Carolina Mendes

Palavras amadas, ai de mim se não fossem vocês.

Contigo eu choro, sorrio, mergulho, me afogo, chego em terra firme, me encontro, morro de amores, abraço minha alma, reprimo sentimentos, solto os cachorros, faço amigos, faço amor, faço o que eu quiser delas, são minhas, você lê se quiser.

Eu sei que posso ser chata e legal ao mesmo tempo, mas quem ta com meu controle temperamental nas mãos é sempre vc. Eu sou o reflexo do mundo, amo quem me ama e não odeio quem me odeia, ou talvez deveria?

Continuo mais amante das palavras que de gente.

Tem gente que pensa que é como a gente, mas que de gente mesmo não tem nada!

Gente sem graça, sem sal, nem açucar, nem coisa nenhuma.

Longe de mim ser perfeita, eu vivo mesmo é pra errar, brincar, gargalhar, mas pera lá… brincadeira tem hora!

Oras bolas! Quem diria, logo a Carolina dizendo isso…

Pois é bem a vida passa, o humor permanece e a gente envelhece, nem parece.

Esta semana eu aniversariei, no pretérito perfeito simples do indicativo. Vem aí mais 365 dias do ano pra aproveitar a tal da felicidade até chegar o próximo e maldito inferno astral, e olha este acabou com as minhas forças, todas, ainda estou recuperando-as aos poucos, me ajudem, se encontrarem um pedacinho de mim por aí mande entregar no condomínio Laranjeiras, casa 86.

Ser feliz e mais nada!

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Por Carolina Mendes

Eu tenho tentato por vezes me tornar uma pessoa melhor a cada dia. O problema são as pessoas, pessoas que no meio do caminho tentam sugar minha energia. Isso sim é um empecilho, advindo do verbo empecer, que segundo o dicionário, provoca prejuízo, prejudica, causa impedimentos, dificulta.

Ser uma pessoa melhor me faz pensar em como no fim das contas, se é que teremos contas neste plano tão prometido, somos todos iguais. Homens, mulheres, homosexuais, transexuais, seja criança, jovem, velho, é tudo farinha do mesmo saco.

Com o tempo você ensina e aprende diariamente com o seu passado. E aprende também que quem entrou na sua vida nos últimos anos pode não compreender certas coisas, causando desentendimentos desnecessários. Mas como sua consciencia é sábia, sabe deixar escondidinho no passado o que te incomoda, assim como sabe renovar-se a cada dia se assim for preciso.

Sinto falta do companheirismo de todas as horas, das gargalhadas, das promessas tentadoras de vender côco na praia, dos planos mirabolantes de ganhar na mega-sena e sumir do mapa.

Sinto falta do amor sem fronteira, dos beijos molhados, das pernas entrelaçadas, suadas. Das noites em que cansei de contar as estrelas do céu. Das noites bebendo sem parar. Das baladas. Dos amigos. Da família reunida. Da falta de compromisso.

Pensando bem, eu só quero mesmo é ser feliz e mais nada!

Esta não é a sua vida

Esta é uma produção do cineasta brasileiro, Jorge Furtado, uma recomendação do Professor Valdir Boffetti de telejornalismo da Universidade Metodista.

Documentário de 1991, sobre a vida de Noeli Joner Cavalheiro. Noeli mora num subúrbio de Porto Alegre, é dona de casa e tem dois filhos. Nasceu numa cidade do interior, foi pra capital, trabalhou numa padaria, casou. Noeli  tem 1 m e 58 cm, pesa 54 kg. É uma pessoa comum. Mas não existem pessoas comuns.

Bem vindo 7º Semestre!

Pedal Urbano – Mobilidade em Duas Rodas

Esta é um documentário produzido pelo meu grupo do 6º Semestre de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo.

 
Sinopse:
Em São Paulo, uma cidade dominada pelos carros, a locomoção se torna cada vez mais caótica e disfuncional. Neste documentário são apresentadas as diversas maneiras de se utilizar a bicicleta como meio alternativo de transporte e como “antídoto” para o stress diário. Projetada para o lazer e para atividades esportivas, a bicicleta terá lugar cativo nas “conscientes” cidades do futuro.

 

 

Unidos pela Música

Por Carolina Mendes

Eis que surge na década de 60, no auge das mobilizações e movimentos de contestação social uma nova era de jovens, cheios do espírito libertário, voltado para o antissocial aos olhos da massa conservadora, onde a cena underground encontra espaço para expressar sua arte resguardada, relacionando-se á produções musicais, artes plásticas, literatura ou qualquer forma de expressão artística da cultura urbana contemporânea.

Esta transformação de comportamento e atitudes retrata a realidade cotidiana da era Hippie que despontava na América Latina, na Europa e principalmente nos EUA, em consequência de um sentimento generalizado por grande parte dos jovens, principalmente da sociedade americana, que se encontravam afligidos após a Guerra do Vietnã (1961 a 1974). De 2.300.000 soldados que serviram o exército, 58.203 morreram e 303.635 voltaram feridos.

As pessoas buscavam por novos valores, buscando refugio de atitudes políticas pós guerra, caracterizados pela não violência e otimismo. “O rock era o canal que expressava esta ideologia, não só ‘Paz e Amor’, mas principalmente o sonho de uma nova sociedade livre, pacífica e igualitária, baseada em valores que ultrapassavam o velho sonho americano ‘material’ ”, explica Thomas Gruetzmacher, professor de produção de música eletrônica da Universidade Anhembi Morumbi.

Com o passar dos anos, esta busca incessante pelo prazer da música só tem aumentado ainda mais, subdividindo-se em “tribos” que raramente se misturam. A dança, no entanto, tem sido uma aliada dos jovens que exercitam o corpo e a alma de uma só vez, transmitindo estímulos positivos ao corpo humano.

Onde tudo começou

O marco histórico do movimento da contra cultura mais influente de todos os tempos foi concretizado com a realização do Festival de Woodstock, um grande festival ocorrido de 15 a 18 de agosto na cidade de Bethel, no Estado de Nova Iorque, em 1969. Grandes artistas foram convidados á participar desta crítica social, que consequentemente expandiu seu espaço na mídia, lançando modismos para época.

“Foi um momento de amplificação pioneira que exigiu uma nova engenharia, fato importante para história do áudio, onde muita coisa teve de ser improvisada, pois não eram esperados tantos espectadores”, explica Gruetzmacher. Originalmente, a pequena cidade estava predestinada a receber pouco mais de 186.000 pessoas, com o intuito de celebrar três dias de muita “Paz e Música”, mas as expectativas foram excedidas quando mais de 500.000 pessoas compareceram ao local, em busca de novas possibilidades.

Imensos congestionamentos provocaram o bloqueio da via expressa do Estado de Nova Iorque transformando eventualmente a área em estado de calamidade pública, devido às mínimas condições de saneamento, transporte, primeiros-socorros e um imprevisível temporal.

No mesmo ano em 6 de dezembro, os Rolling Stones apresentaram-se gratuitamente no “Altamont SpeedwayFree Festival”, na cidade de Altamont, no Estado da Califórnia, onde toda essa expectativa motivada pela geração Woodstock se perdeu e quatro pessoas foram mortas, num clima de violência nada pacífico. “John Lennon compôs nessa época a música ‘God’, em que repetia a frase ‘The dream is over’, e creio que não se referia apenas ao fim dos Beatles”, compara Gruetzmacher.

Enquanto isso no Brasil…

Enquanto essa febre dos festivais se concretizava por toda América Latina, o Brasil dava inicio ao primeiro Festival de Música Popular Brasileira, entre os anos de 1965 a 1985, revelando grandes compositores e interpretes como Elis Regina, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, entre outros.

O período ditatorial (1960 a 1970) marcado sob aspecto do autoritarismo e repressão em todos os departamentos culturais brasileiros era vigiado por meio de perseguição. Na música em especial surgem canções de cunho social e de protestos, que atingem grande parte da população.

Música grátis

Grandes ícones como Janis Joplin, The Band, Grateful Dead, Buddy Guy, entre outros artistas deram sequência a febre dos festivais nos anos 70 e realizaram o Festival Express, no qual atravessavam fronteiras até o Canadá apresentando mega concertos levando música de qualidade gratuitamente.

“O pensamento da contra cultura tinha o pensamento de que música deveria ser sempre de graça, já a sociedade de consumo atual comandada pelo establishment financeiro que domina o planeta engoliu esta iniciativa”, explica Gruetzmacher.

Isto porque esta geração contemporânea que chamamos de geração Y, acompanha este fluxo de informações que recebemos de geração em geração. Para a administradora Eline Kullock, especialista em estudos sobre a geração Y, e presidente do Grupo Foco, o efeito que o Woodstock causou na sociedade chamou muito a atenção porque até então não se tinha outras opções como hoje, que você lida com um leque de opções para se chamar a atenção de um jovem.

“Na realidade o que eles buscam é sempre o diferente pra criar sua identidade, se o jovem seguir tudo que já é estabelecido ele não estará criando uma personalidade própria, então tudo que for do gênero diferente ele vai se identificar e vai usar de alternativas”, explica Kullock, e completa, “então você não vai ter uma única concentração em sertanejo, em funk, em samba ou qualquer que seja o estilo musical, surgiu um gênero novo, que venha pra mostrar uma coisa nova, pode cair nas graças dessa juventude que ta procurando uma coisa nova na qual se identificar”.

Tecnologia na palma da mão

Esta autoridade tecnológica influenciada pelo uso da internet é marcada por profundas transformações. Thomas explica que a vida virtual diante de uma tela de computador absorve muito tempo e energia do usuário, os contatos que antes tinham de ser pessoais agora são através da rede, jovens solitários no seu quarto vivem a individualidade ao extremo, e a música é reflexo disto. “O software midi (Musical Instrument Digital Interface), comanda sons com o mouse, não sabem do prazer de interagir com outros músicos e mais do que isto, com pessoas em geral, esta autossuficiência individualista e solitária tem consequências em todos os aspectos comportamentais, refletindo na maneira de conduzir a existência”.

Por outro lado, esta comunicação global através da web conseguiu atingir outro patamar antes inimaginável, hoje as pessoas partilham uma livre troca de idéias, informações, torrentes, P2P, upload e download de forma ágil. A busca pela liberdade de ser diferente, que a geração dos 60 e 70 idealizava em grupo, presencialmente, hoje pode ser praticada individualmente. Sendo, “Solitários, porém solidários”, brinca Gruetzmacher.

Essa geração Woodstock, é hoje pais e mães da geração Y, portanto, trazem influencias da contracultura, um movimento que não requer qualquer tipo de liderança, seja dos seus pais, ou do seu chefe. Deste modo educam seus filhos de maneira muito menos severa que seus antepassados, em uma hierarquia menos rígida, dando mais poder a seus filhos.

Kullock avalia este comportamento de independência de forma abusiva como impresumível, pois conduz as pessoas a se isolarem da sociedade, “A criança de hoje aprende com pares, elas não precisam mais de pai ou professor para aprender, isso dá a ela certa ação de “In Power”, uma sensação maior de poder”.

Não é a toa que a campanha do Obama “Yes I Can”, foi simplesmente baseada no conceito de dar poder as pessoas, dando a sensação de que no mundo globalizado se pode tudo. “Estes Baby Boomers (filhos da Segunda Guerra Mundial,que ocasionou em uma explosão populacional), dão a sensação de uma pirâmide invertida, onde os filhos têm maior influencia nos seus pais, decidindo locais onde querem ir, e se querem ir, ninguém quer ser velho no século 21, onde as não se vê mulheres de cabelo branco, a terceira idade passou a ser chamada de melhor idade, não se tem loja para terceira idade, o negócio é ser jovem”, afirma a administradora.

Ideais confundidos com o entretenimento

Burn in Noise

“A música hoje na vida de um jovem que recebe uma carga muito grande de informações ao mesmo tempo, faz com que ele se esqueça de seus ideais, que, às vezes, eles não sabem nem quais são”. No entanto, eles buscam pelo prazer imediato, encontrado nas festas. “Eles não aguentam esperar pelo prazer futuro, é uma coisa que pra ele vai ser muito importante agora”, afirma Kullock.

Por outro lado, para o organizador de grandes shows, Ricardo Dallal, da FreePass Entertainment, o jovem que vai a um show ou festival, não busca apenas o entretenimento instantâneo, ele busca entretenimento social, algo que dure após o show. “Eles saem de casa em busca de relações humanas reais, que começam desde o momento em que o show é anunciado, os fãs buscam contato com outros fãs, e após o termino eles continuam conectados através das novas tecnologias”.

Goa trance

Na década de 1980 surge um novo estilo, originário da Índia, semelhante ao hippie que atrai viajantes, buscadores espirituais e inúmeras pessoas ligadas a manifestações de contra cultura, munidos de conhecimento técnico de produções eletrônicas.

Esta sonoridade oriental era associada a mantras indianos, assimilando a harmonia com ambientes naturais e ao ar livre.  Remetendo a ideia de que o Goa Trance nada mais era do que a fusão do velho rock´n roll ás batidas hipnóticas da música eletrônica.

Geralmente eventos como este, hoje em dia, acontecem isolados do contexto urbano cotidiano, isto inclui inclusive a ausência de sinais de linhas celulares, permitindo a imersão profunda e desligamento das questões corriqueiras, principalmente ligados a problemas do dia-a-dia.

A profundidade da convivência é uma das características mais marcantes e presentes dentro dos festivais trance. “Há necessidades humanas para as quais apenas o contato humano profundo e de qualidade traz em si a possibilidade de cura”, explica Angélica Pinotti, especialista em terapia holística, que tende a abordar o problema a ser tratado como um todo, não apenas como uma visão especializada, sendo assim, acredita-se que os elementos emocional, mental, espiritual e físico de cada pessoa formam um único sistema.

Esta livre opção fica disponível de dia e de noite, permitindo a quebra de frequência, especialmente a ligada a compromissos com horários mecânicos, como o relógio, permitindo um exercício de manifestação do livre arbítrio.

Dessa forma, os mais experientes acolhem os neófilos (que vão à festa pela primeira vez) e o direcionam a conviverem em busca do bem estar, gerando estar mais harmônico o possível consigo, com o meio e com o ambiente, para que essa sua própria postura possa se reverter em benefício de si próprio, gerando um clima capaz de suportar experiências prazerosas e enriquecedoras, segundo relatos do público dos festivais.

Nasce então uma nova religiosidade, centrada na interação harmônica de cada um consigo, com o meio e com o outro, multifocal, considerando todos os níveis e dimensões do ser, sem sacerdotes, no qual o maior mestre é o corpo. Sendo assim, o ar representa o espírito; o fogo a mente; a água os sentimentos e a terra o corpo físico.

O Festival Trance é hoje um fenômeno de ocorrência e crescimento mundial, que move e desloca pessoas de localidades distintas para seu seio, quer seja de cidades, estados e até mesmo de países distintos onde ocorre. O calendário brasileiro presume que até o final do ano ocorra 9 festivais, que acontecem nas cidades de Rio Claro, Itu, Sarapuí – SP, Belo Horizonte e Andradas – MG, Porto Alegre – RS e Curitiba – PR.

Universo Paralello - 10 anos

A Earth Dance, por exemplo, realizada dia 2 de outubro, em Porto Alegre, é uma festa que acontece em vários países ao mesmo tempo, sendo que em determinado momento, por um arranjo previamente definido, em todos os lugares e países onde ela está ocorrendo, a mesma música é tocada, representando uma única manifestação do ser humano dentro do Planeta Terra.

É uma das poucas manifestações de vivência da espécie humana existente que une pessoas independente de sua origem relacionada a país, raça, credo ou qualquer outro tipo de classificação. Deste modo não apenas o deslocamento físico costuma ser grande, mas também a mobilização energética que envolve todo o ser. A sonoridade do trance vai profundamente ao campo da vibração, além da razão e da emoção.

“Meu primeiro festival foi desses pequenos feitos por amigos de amigos para reunir toda galera no reveillon de 2005/2006, daí na sequencia do carnaval de 2006 já fui para o Trance Formation próximo á Pirinópolis em Goiás, em dezembro do mesmo ano fui para meu primeiro ‘Universo Paralello’ e desde então nunca mais parei e não pretendo parar, já tenho uma lista de festivais que quero ir até 2013”, conta Soraia Massi, a agente de viajens, que a 6 anos frequenta festivais trance.

Praia, sombra e água fresca

Atualmente um dos maiores festivais trance do mundo, o Universo Paralello, acontece na Bahia, lá o público alternativo desfruta de uma gama de entretenimentos durante 8 dias com camping a beira mar, 7 dias de música distribuídos em 4 palcos, atividades artísticas e culturais promovidas pela equipe “Circulou”, que também conta com  atividades infantis monitoradas pela equipe “Circulinho”; terapias holísticas; feira mix, onde se encontra desde roupas á acessórios produzidos por artistas locais; lanchonetes; aspersões refrescantes na pista principal; atendimento médico 24hs e chuveiros com água tratada.

Além dos serviços pagos oferecidos à parte como o estacionamento, transporte da portaria ao camping, overland (serviço de camping especializado), bares e atendimento on-line com as agências de turismo através da internet.

Durante os dias de realização do festival são apresentados cerca de 1200 artistas de todo o mundo, além do contato direto com a comunidade indígena que habita no local durante todo o resto do ano.
Este ano as organizações do UP CREW, junto a Prefeitura de Ituberá – BA, irá oferecer na sua 11ª edição, entre os dias, 28 de dezembro á 3 de Janeiro, 2 km de praia, 100 mil metros quadrados de área sombreada e água a vontade, cercados de belezas naturais.

“A intenção do festival somado á seleção de artistas renomados, com certeza é um diferencial para o público, e o mais interessante é que os nomes mais pops do festival apresentam sempre seu lado mais alternativo, havendo uma grande troca entre o público e o artista”, afirma Juarez Petrillo, um dos idealizadores das organizações UP CREW.

“Num festival consigo unir tudo que mais amo em uma viagem só: boa música, paisagens únicas, amizades eternas. Me sinto em casa num festival. Acho lindo demais toda a magia que envolve a todos no antes, durante e após um festival”, afirma Massi.

Benfeitoria musical

O ser humano que consegue extrair conteúdo das músicas que ouve transmite alegria no seu convívio, isto porque segundo a Kullock, dançar, gingar ou fazer qualquer movimento é essencial para o desenvolvimento humano. “Buscando o que você gosta, você exercita o corpo e a mente, transmitindo estímulos positivos para o corpo”, explica.

O mesmo acontece com a geração Z, nascida em meados dos anos 90, que vivenciam a multiplicidade de informação desde o nascimento, portanto, são influenciados por percepções ecológicas, sendo mais preocupados com o meio ambiente que as gerações anteriores, buscando locais que vão de encontro com seus ideais.

Uma das maiores preocupações das organizações UP CREW este ano é preparar e adaptar o local escolhido não somente para agradar o interesse musical do público, mas em oferecer também uma grande preocupação com o meio ambiente. “Este ano seremos avaliados pelo Green Awards, o selo de qualidade que avalia eventos que respeitam a questão ecológica pelo mundo todo. Trabalhar em harmonia com a natureza e fundamental para o festival”, completa Petrillo.

“Eu acredito em uma ideologia que envolve no meu estilo de vida a paixão pela música e de todos os envolvidos, na atenção dos organizadores em proporcionar um evento sempre cheio de muito simbolismo onde cada um pode interpretar de acordo com o que procura naquele momento em sua vida curtindo da melhor forma possível em total harmonia com a natureza”, Massi.

No entanto há organizações que faz pouco caso, apontando a temática envolvida como apenas alvo para atrair patrocinadores, e creem não surtir efeito significativo na sociedade após o término do evento. “Não tratamos o público com indiferença colocando temáticas sociais e conscientizadoras, isto é hipocrisia, é tratar o público como se ele não soubesse o que é certo e errado hoje em dia”, afirma Dallal.

Para Diérika Sobral, que frequenta festivais trance a 4 anos, estar em contato com a natureza é algo muito gratificante, pois foge do seu cotidiano atarefado na capital paulista. “A cada novo encontro consigo absorver algo de especial que vai além do contato pessoal, as oficinas ecológicas mudaram o meu modo de pensar, hoje tenho muito mais respeito com o Planeta Terra”.

Haight-Ashbury

Uma das esquinas mais hippies do mundo está localizada em São Francisco, na Califórnia, entre as ruas Haight e Ashbury, popularmente chamado de “The Haight”.

Esta área de imóveis e alugueis baratos foi povoada nos anos 60 com fama internacional do paraíso dos drogados, e habitat natural de músicos e grupos do rock´nroll psicodélico, e também como uma porta de entrada para o teatro de rua e todo tipo de cultura underground.

Ainda hoje é realizada a “Feira de Rua Haight-Ashbury”, onde a rua é fechada por dois palcos todo segundo domingo de junho para a realização de um mega evento bastante freqüentado e populoso, mantendo o ar característico boêmio.

Ser Chique Sempre

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda.

Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.

É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É “desligar o radar”, “o telefone”, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com “trocentas” plásticas do físico… quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo…falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em DEUS!!!!!!!!!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios… mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL